quinta-feira, abril 07, 2005

A eterna discussão sobre a pertinência dos exames.

A propósito da questão recorrente sobre os benefícios ou malefícios dos exames, e que mais uma vez o abnóxio traz à discussão, um seu leitor faz uma pergunta pertinente e que eu bem gostaria de ver respondida: "Se não existirem exames, mesmos que estes só consigam incidir numa parcela limitada do currículo, e com todas as deficiências que são conhecidas, como é que se avalia, no seu todo, a qualidade das aprendizagens?". Será que bastam as avaliações internas? Já alguém se deu conta que, por exemplo, em muitas escolas num mesmo grupo disciplinar a disparidade nas classificações chega a ser gritante?

3 comentários:

  1. O assunto merece uma de inúmeras cambiantes:
    Ainda ninguém se lembrou de examinar os alunos de surpresa. Os candidatos após um mês, dois meses, três meses,… da entrada no ensino superior seriam chamados a repetir os exames de acesso. Nos casos em que as classificações fossem inferiores às obtidas nas provas de acesso, chumbo neles. Votariam ao ensino secundário, de castigo, só pela descaramento de defraudar os avaliadores.
    Saudações benfiquistas!

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  2. votariam=voltariam
    ... só pelo descaramento de defraudarem os avaliadores!

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